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Arruda Bastos: Ontem eu tive um sonho…

O sonho, dizem os especialistas, é o espelho da nossa alma. Pois bem, se é assim, ontem eu tive um sonho que espelha o meu desejo e da grande maioria dos meus queridos conterrâneos da cidade de Baturité. Segundo Freud, durante o sono as forças do inconsciente nos levam a sonhar com o que almejamos alcançar. Digo que o sonho de uma nova política para nossa cidade está cada vez mais próximo.

No meu sonho eu dirigia em uma estrada deserta e, depois de alguns quilômetros, chegava a uma encruzilhada e parava o veículo na dúvida de qual rumo tomar. Por alguns segundos, analisei os caminhos que a vida me apresentava. Fechei os olhos e quase que instantaneamente senti uma suave mão pegar no meu braço como a indicar o caminho a seguir. Acordei assustado sem entender, pois se eu estava sozinho no carro como alguém poderia tocar no meu corpo com tamanha nitidez?

Ao acordar, de pronto e ainda com o coração palpitando forte no peito, olhei para os lados a espera de uma explicação. Tudo era silêncio típico da madrugada onde moro. Acordei, então, minha amada esposa, Marcilia, que dormia ao meu lado, na ânsia de compartilhar o meu sonho e decifrar o seu enigma. Antes de mais nada, por sua orientação, rezamos um mistério do terço como se deve fazer em ocasiões semelhantes.

Com o passar dos minutos, já mais tranquilo, fui recordando de outros detalhes do meu sonho. Identifiquei que a encruzilhada era formada de estradas que levavam, em rotas diferentes, a um mesmo destino: Baturité. Berço da minha família Arruda e Bastos, é a cidade responsável por lindas recordações da infância, juventude e de realização pessoal por ter implantado, quando Secretário da Saúde do Ceará, o CEO e a Policlínica no município.

Ainda sob o efeito do sonho enigmático, passei a lembrar de parentes que já não estão mais entre nós, principalmente os que, na sua trajetória política, fizeram muito por aquela cidade. O primeiro que me veio à mente foi a ilustre figura do maior benemérito do Maciço, o Comendador Ananias Arruda, e, na sequência, o Capitão Miguel Edgy e Olintho Arruda, todos tios do meu apreço, da minha convivência e prefeitos exemplares do município. Tenho recordações pessoais de todos eles.

Mas, se os caminhos levavam à Baturité, porque alguém estava querendo me orientar para um deles? Lembrei, então, que há alguns meses eu estava vivendo um dilema: como na encruzilhada do sonho, a dúvida era de “ser” ou “não ser” candidato a prefeito da minha cidade. Optei, na época, por adiar qualquer pleito pessoal para apoiar a candidatura do meu amigo e primo Assis Arruda, cidadão honesto, experiente e competente. Ele detinha na época, e atualmente ainda mais, condições de realizar meus sonhos de uma gestão eficiente em Baturité.

A noite passou e não consegui decifrar o sonho da encruzilhada. Entretanto, depois de 24 horas de reflexão, tudo ficou mais claro. A mão do ser abstrato que tocou no meu corpo de forma tão carinhosa desejava apenas confirmar e referendar que a decisão tomada por mim há alguns meses tinha sido correta e que eu deveria continuar trabalhando rumo ao caminho certo que nos levará, sem dúvida, à vitória em 02 de outubro. O toque da mão no meu corpo indicava também “não pare, vá em frente”!

Para concluir, e plagiando Raul Seixas na música “Prelúdio”, afirmo que “Sonho que se sonha só / É só um sonho que se sonha só / Mas sonho que se sonha junto é realidade…”. Assis Arruda Prefeito, 12!

*Arruda Bastos é Médico, professor universitário e um apaixonado pela sua cidade de Baturité.

pab

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